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domingo, 8 de dezembro de 2013

As brumas de Avalon - A grande rainha


As brumas de Avalon - a grande rainha é o segundo livro da maravilhosa obra de fcção de Marion Zimmer. No fim do primeiro livro da serie Morgana abandona a ilha sagrada de Avalon por causa de sua briga com sua tutora, Vviane, a senhora do lago.

Por causa das artimanhas de Viviane que luta com todas as suas forças manter a velha religião e livra-la do esquecimento, a senhora do lago fez com que Morgana fizesse amor com seu irmão Arthur e ficasse gravida dele gerando assim o filho que ela pretende que se torne o novo grande rei e lute por Avalon.

Tentando fugir do destino e das manipulações de Viviane, a quem ama e odeia, Morgana vai ate o reino de Lot aonde vive sua tia Morguease, que reina juntamente com o rei, seguindo os velhos ritos. Lá Morgana dará a luz ao seu filho Gwydion, o único herdeiro legitimo de Arthur...

Traçara Gwydion o destino sonhado por Viviane?  Ou será sua mãe, Morgana, quem ditara o curso de sua vida? Morguease também vê no filho da sobrinha um escada que a levara ao trono e a tornara grande rainha.

domingo, 24 de novembro de 2013

O livro da mitologia



'O livro da Mitologia', de Thomas Bulfinch, nos encanta com os mais belos mitos, em que se encontram os episódios de Prometeu e Pandora, Apolo e Dafne, Juno e suas rivais, Perseu e Medusa, Minerva e Níobe, entre tantas outras lendas greco-romanas, além dos mitos nórdicos e egípcios. Embora o livro de Bulfinch tenha como objetivo o deleite ,é também uma grande referência de estudos para apreciadores e cultores dos mitos, pela ênfase dada à arte de contá-los durante a Antiguidade. Possuindo capa dura e tendo maravilhosos desenhos feitos pelo ilustrador Getulio Delphim, "O livro da mitologia" se torna muito mais encantador e belo.

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Poemas e fragmentos - Safo de Lesbos



É muito conhecido a contribuição de vários poetas gregas para a literatura na antiguidade. Pouco conhecida porem é a contribuição das mulheres nesta área. Safo foi uma poetisa que viveu na ilha de Lesbos, seus poemas referem-se ao amor e ao erotismo.

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sábado, 23 de novembro de 2013

O desentendimento entre Aquiles e Agamemnon



Que Helena, a mais bela entre as mortais, foi a causa da guerra de Troia todos já estão cansados de saber. Houve porem outra mulher que causou um grande conflito, e mudou o destino da guerra.

Esta mulher é Briseida, sua historia é contada no Canto I da Illiada. Tudo começa porem com Criseida que foi capturada pelos Aqueus em um ataque a Tebas e foi levada como espolio de guerra e dada a Agamemnon o líder das tropas dos Aqueus, por ter sido dentre todos os reis aquele que mais trouxe naus para atacar Troia.

Desejoso de reaver sua filha Criseida o sarcedote de Apolo, Crises, foi ate as naus dos Aqueus oferecendo uma grande recompensa para pagar o resgate de Criseida. Todos os Aqueus acharam justo a proposta, com exceção de Agamemnon. O rei expulsou o sarcedote de forma rude. Crises então rezou para que Apolo intercedesse em seu favor. O deus do sol ouviu as preces de seu sarcedote e começou a lançar suas flechas mortíferas contra as naus dos Aqueus, primeiro matando apenas animais, mas depois matando um a um os soldados gregos.

Temendo a ira do deus arqueiro e sem saber o motivo dela os Aqueus se reúnem e chamam Calcas, filho de Testor, o mais sábio dentre os adivinhos que vieram para a guerra. O adivinho diz que o único jeito de apaziguar a cólera do deus do sol seria devolvendo Criseida ao pai, sem mais receber o ouro do resgate, e oferecendo ao deus hectacombes.

Agamemnon fica furioso, mas percebendo que seria o melhor para os Aqueus, pois tolo é aquele que desagrada aos deuses, aceita em devolver Criseida, mas em compensação toma a pose de Briseida, uma moça que havia sido dada como premio para Aquiles, como espolio de guerra.

Aquiles se sente encolerizado, pois outro queria lhe tirar o premio que ele havia conquistado com merecimento (o motivo da ira de Aquiles não é por ele amar Briseida, embora é claro que ele nutrisse sentimentos por ela, mas sim pela afronta que Agamemnon fizera ao lhe retirar o premio, desmoralizando-o).

Aquiles aceita em entregar Briseida, pois por mais desonesto que fosse Agamemnon ele ainda era o rei, e Aquiles reconhece isso. Porem o herói se distancia da guerra e com ele os Mirmidoes que comanda. Sua ausencia muda o destino da guerra e ele só retorna a batalha após a morte de seu melhor amigo Patroclo.

Briseida é como Helena uma mulher que causa grandes mudanças na guerra entre gregos e troianos. Em toda a epopeia tem apenas uma fala, mas esta sendo de grande beleza.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Filme: As brumas de Avalon


Baseado no celebre livro de Marion Zimmer Bradley, as brumas de Avalon reconta a lenda do rei Arthur, sua luta para chegar a poder e o confronto entre a antiga relgião dos celtas e o cristianismo.

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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Filme: Percy Jackson e o mar de monstros


Um dos filmes mais aguardados de 2013. Percy Jackson e o mar de monstros é o segundo filme baseado na serie de livros "Percy Jackson e os olimpianos". Em seu segundo ano no acampamento meio-sangue Percy terá que enfrentar um novo desafio, pois o pinheiro de Thalia que protegia o acampamento contra monstros foi envenenado e esta prestes a morrer. A barreira mágica que protegia o acampamento não mais existe e uma solução imediata deve ser tomada.

Para curar o pinheiro  uma missão é organizada com o intuito de recuperar o velocino de ouro, um item mágico capaz de curar qualquer ferida ou enfermidade. Para a missão porem nem Percy nem Annabeth são escolhidos e sim Clarisse, filha de Ares, deus da guerra. Paralelo a isso Percy descobre ter um irmão. O ciclope Tyson, filho de Poseidon com uma ninfa do mar.

Disposto a reaver o velocino por contra própria Percy vai juntamente com Annabeth, Grover e Tyson atrás do item mágico tendo que se aventurar nas misteriosas aguas do mar de monstros localizado no triângulo das bermudas.

Bom gente essa é a sinopse da historia, e se não quiserem saber de spoilers parem de ler nesse ponto. Percy Jackson teve uma grande alteração em seu primeiro filme em comparação a historia original do livro. Essas alterações agradaram alguns, e desagradaram muitos. Para falarmos dessas mudanças vamos voltar ao primeiro filme "Percy Jackson e o ladrão de raios" e dizer o que o filme deixou de contar (o que foram muitas coisas) e como no segundo filme foi feito para voltar a trilha da historia original.

Claro que ao se adaptar um livro em filme as mudanças são muitas, é impossível ser completamente fiel a historia original. Para terem uma ideia precisa do que estou falando o primeiro livro da serie possui 385 paginas e o filme foi resumido em 122 minutos. O maior problema dessa adaptação foi a alteração gritante na historia. Fatos como a profecia, a historia de Thalia, a conspiração entre Luke, Crhonos e Ares, além da explicação sobre a névoa... tudo isso foi cortado do filme. O batalha final contra o Ares não aconteceu e o vilão da historia foi o injustiçado Hades deus do submundo.

Em Percy Jackson e o mar de monstros a historia volta aos eixos. É explicado sobre a névoa e sobre a historia de Thalia, além disso é mostrado o oráculo, citada a profecia e finalmente apresentado Crhonos como o  vilão da serie. A historia volta a se aproximar da original dos livros o que agradara os fás, pois haviam ficado em sua maioria decepcionados com o primeiro filme.

Quanto ao elenco nada a reclamar Logan Lerman(Percy Jackson), Brandom T. Jackson (Grover Underwood), Alexandra Daddario (Annabeth Chese) e Jake Abel (Luke Castellan) foram os mesmos nos dois filmes. Annabeth agora loira e prendendo o cabelo em uma trança incorporando muito melhor a personagem dos livros.

Os personagens Tyson(Douglas Smith) e Clarisse(Leven Rambin) foram muito bem escolhidos também. A historia foi um pouco alterada, mas nada que comprometa a historia original. O maior erro porem foi a luta final contra Crhonos, no livro essa luta é contra Luke, mas como tal batalha já havia acontecido no primeiro filme o diretor preferiu apostar em uma cena de ação diferente.

O filme esta muito bem feito, tendo como maior mérito a correção dos erros de seu antecessor. Ficamos no aguardo do próximo filme "Percy Jackon e a maldição do titã" esperando que seja tão bom quanto Mar de monstros.

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terça-feira, 23 de julho de 2013

Resenha: Iliada

A Illiada é uma das maiores obras dos poetas gregos antigos. Escrita por Homero datada de aproximadamente 700 a.c. A historia narra uma das maiores guerras travadas pelos gregos a guerra de Troia, aonde mortais e imortais se juntam em campo de batalha com varias das divindades a favor dos troianos e outras a favor dos gregos.

Farei aqui um breve resumo (pois esse conteúdo é por demasiado longo) sobre a escrita de Homero e os principais pontos da narrativa. Destaquei aqui os pontos que considero mais importantes, o julgamento de Paris que nomeia Afrodite como a mais bela dentre as imortais. O ato de Agamenon de tomar Briseida de Aquiles fato que desencadeia o abandono da guerra por parte do herói, retroando a batalha só muito tempo depois apenas com a morte de Patroclo.


I - REALIDADE OU FICÇÃO?

Um dos principais pontos sobre esta narrativa e se a guerra entre gregos e troianos realmente aconteceu ou se é apenas uma obra saída inteiramente da imaginação do poeta Homero. A verdade é que a guerra não aconteceu por volta do ano 700 a.c data ao qual o poeta viveu e sim muito distante disso em 1100 a.c uma suposição aceita é que os cantos sobre esse episodio epico tenham se passado oralmente atraves de poetas e ate chegar aos ouvidos de Homero.
Talvez houvesse sim existido uma guerra de troia, e Homero tenha mistificado e episódio inserindo grandes heróis e a presença dos deuses olimpianos. Ficção ou realidade no fundo isso não tem importância a Illiada é uma obra fundamental para a mitologia grega que traz ao leitor a sociedade e os costumes antigos da época alem de um belo quadro divino, é ai que esta sua importancia e valor e não em sua veracidade.

II - A ESCRITA HOMERICA

Para quem leu a Illiada ou ate mesmo a Odisseia é fácil notar os traços e características da escrita Homerica. Homero deusifica os homens, todos os guerreiros são belos de porte majestoso e de grande honra, as naus são todas velozes e bem construidas e os palacios ricos e abundantes. Ironicamente os deuses são humanizados se tornando ciumentos, vingativos, mesquinhos e ate mesmo infantis.
Outro fator interessante de se ressaltar são as batalhas que se desenrolam de forma um tanto tediosa pela repetição constante de arremessos de lanças que muitas vezes nem sequer atingem o alvo. As batalhas porem são intensas e ocupam grande parte da obra. Outro traço marcante na escrita de Homero é a analogia que compara os heróis muitas vezes a animais de porte como o javali ou o leão ou a outros animais.

III - O POMO DA DISCÓRDIA

O inicio da guerra de troia se da por um motivo divino e não terrestre. Embora sejam os mortais os protagonistas da guerra tudo teve seu inicio por causa dos deuses, ou melhor das deusas, especificamente Atena, Hera e Afrodite.
Tentando decidir quem era a mais bela entre as imortais essas trás deusas resolveram fazer um julgamento "justo" e por isso elegeram como juiz Paris, principie de troia. A eleição porem nada teve de justo, fora na verdade uma barganha em que cada deusa fazia sua melhor chantagem a Paris. O príncipe ficou com a oferta de Afrodite que lhe prometera o amor de Helena, a mais bela dentre todas as mortais como era conhecida. Sendo assim ficou decidido que a Afrodite era a mais bela das deusas e esta prometeu proteger o príncipe, porem isso despertou a raiva e a inveja de Atena e Hera que descarregariam sua ira sobre o mortal. Tal fato não acontece durante a Illiada, sendo apenas citado brevemente.

IV - O RAPTO DE HELENA

Sabendo que teria o coração de Helena, Paris foi ate Esparta e foi recebido por Menelau com um grande banquete como era devido a um hospede honroso. No banquete Helena ao ver o lindo Paris se apaixonou por ele graças ao encanto lançado pela deusa Afrodite e juntos eles fugiram de Esparta. Paris levou a jovem ate sua terra, Troia e por causa disso a grande guerra começou. Paris não sabia, mas ao levar Helena havia assinalado a destruição de todo seu reino.

V - A GUERRA

A guerra começa a ser narrada não de seu inicio, mas no inicio do seu décimo ano. Agamenon , irão de Menelau, junto com muitos outros reis haviam trazido seus navios para saquear e destruir Troia e como ele havia levado mais navios que os demais foi eleito naturalmente o líder da campanha militar.
Logo no primeiro canto nos é mostrado o herói Aquiles em discórdia com Agamenon, o motivo da briga era (novamente) por causa de uma mulher. Acontece que ambos haviam recebido como espolio de guerra duas lindas mulheres Criseida e Briseida, a primeira pertencia a Agamenon e a segunda a Aquiles. O pai de Criseida, um sacerdote do deus Apolo, visita o acampamento dos gregos e implora que devolvam-lhe a filha mediante um valioso resgate de muito ouro. Agamenon enfurecido manda o homem embora, expulsando-o do acampamento. O sarcedote reza a Apolo que lhe ajude e o deus mirando ao longe com suas setas mata um a um os soldados gregos.
Com as baixas diárias de soldados Agamenon aceita devolver a moça (que o faz agora sem receber restituição alguma) porem toma Briseida de Aquiles gerando a briga entre os dois. Aquiles enfurecido com a humilhação pois a moça como um espolio de guerra era por direito sua, resolve sair da guerra voltando ao combate apenas se os troianos chegassem a atacar os Mirmidoes, seu grupo de soldados, que se encontravam nos navios.
Apos a moça ser restituída ao seu pai, Apolo cessa os ataques aos gregos. Aquiles porem estava inconformado e chorando pede ajuda a sua mãe a nereida Tethys que faça com que Agamenon e os gregos lhe paguem com o devido respeito por terem o humilhado daquela forma.

VI - O PEDIDO DE TETHYS E O DESENROLAR DA GUERRA

Tethys visita o Olimpo implorando ao grande Zeus que de honra a seu filho. O deus concorda e assim trama para que os gregos caiam para assim terem que precisar da ajuda do grande Aquiles. Longe do olimpo a guerra se desenrola. Do lado dos troianos Priamo rei de troia e seus filhos Heitor e Paris são os principais personagens, como personagens femininas temos Hécuba, eposa de Priamo, e Andromaca esposa de Heitor. Do lado dos gregos temos uma grande variedade de herois, o rei Agamenon, Menelau, o sábio Nestor, os heroi Diomedes e os dois Ajax (a qual são chamados muitas vezes de "Ajantes"), além destes esta o engenhoso Odysseu (Ou Ulisses dependendo da nomenclatura, protagonista de Odisseia) e Aquiles com seu fiel escudeiro Patroclo, ambos se mantém distante da batalha na maior parte da narrativa.
A guerra se desenrola em sucessivas batalhas com a morte de varios guerreiros dos dois lados. Atena e Ares entram no campo de batalha e ate mesmo Afrodite. O casal de amantes, Afrodite e Ares, chega ate mesmo a serem feridos em guerra embora obviamente não pudessem ser mortos.

VII - A MORTE DE PATROCLO

A morte de Patroclo é em minha opinião o evento mais importante de toda a Illiada, é a partir desse evento que Aquiles volta a guerra, movido não por desejo de gloria, mas sim por vingança contra o homem que matou Patroclo, Heitor que é chamado na obra de "domador de cavalos" uma referencia ao povo de Ilion que eram hábeis em domar cavalos.
Como havia prometido Aquiles se mantivera longe da guerra e Patrocolo e os demais mirmidoes também. Porem a situação começou a ficar difícil para os gregos, Heitor comandando as hostes inimigas vencia facilmente a guerra. Aquiles se sentiu angustiado por ver seus amigos em combate tão duro e muitos de seus amigos, os grandes heróis gregos, haviam sido feridos em batalha.
Aquiles manda Patroclo para lutar no seu lugar, pois havia prometido não voltar ao combate sem que os troianos chegassem as naus aonde estava e seria desonroso e vergonhoso consigo mesmo quebrar essa promessa. Patroclo veste a armadura e o elmo de Aquiles e comanda os mirmmidoes em combate. O escudeiro luta com bravura, ate que encontra Heitor, os dois travam um feroz combate, e Patroclo é derrotado pois os deuses ajudam ao troiano. Heitor mata Patroclo e se apossa de sua armadura (que era originalmente de Aquiles) teria se apossado de seu cadáver também, mas os gregos conseguiram restitui-lo a salvo.
Patroclo morre, mas consegue para o avanço inimigo. Aquiles deseja ir ao combate vingar o amigo morto, mas Tethys o adverte e não ir pois estava sem sua armadura, aconselhando ao filho que aparecesse para seus inimigos pois só sua presença era majestosa era o suficiente para assustar os troianos que ainda lutavam e os fazerem recuar.

VIII -A BATALHA ENTRE HEITOR E AQUILES

Aquiles pede a mãe que proteja o cadáver de Patroclo para que este não apodrecesse, pois só iria fazer os ritos funerários depois de vingar o amigo. Tethys com seu poder faz com que nem os cães ou os vermes se alimentem de Patroclo, e então visita o deus Hefesto pedindo-o que forje novas armas ao seu filho. Após estar armado com uma armadura feita pelo proprio deus das forjas Aquiles parte para seu combate final. Aquiles vai ate os muros de troia e desafia Heitor. Uma grande batalha é travada e Aquiles obtém a vitória e após matar Heitor furta o cadáver atando-o a sua biga e com ele desfila ao redor dos muros de troia, um ato tão horrendo que ate os deuses sentem desprezo. Em seguida Aquiles leva o cadaver ate o acampamento dos gregos.

IX - RITOS FUNERARIOS E JOGOS EM HONRA DE PATROCLO

No acampamento grego Aquiles sacrifica doze troianos em honra a Patroclo e realza jogos entre seus companheiros. Patroclo é queimado e assim sua alma pode descer em paz ao Hades. Dentro das muralhas de Troia o rei Priamo chorava por não poder também fazer os ritos funerarios ao seu filho pois Aquiles havia roubado o cadaver de Heitor. A deusa Iris é enviada e guia o velho rei ate a tenda de Aquiles no acampamento dos gregos. O rei pede ao herói que lhe de o corpo do filho, e Aquiles aceita e assim se acaba a narrativa.

IX - CONCLUSÃO

A Illiada tem como tema principal o sofrimento do heroi Aquiles e sua luta para tentar atenuar sua culpa pela morte do companheiro amado Patroclo. O destino de Aquiles havia sido traçado desde cedo, sua mãe Tethys sabia que o filho ou morreria jovem, mas com a gloria e a honra ou morreria velho, tendo uma vida longa mas sem a gloria de um heroi. É claro que Aquiles optou pela primeira opção.
Tethys desde sempre tentou impedir a morte do filho, mesmo sabendo que era impossível se opor as vontade das Moiras (as deusas triplices do destino) a mãe de Aquiles banhou seu filho nas aguas do rio estige logo ao nascer, conferindo invulneabilidade ao seu corpo, porem o segurou pelo calcanhar ao fazer isso e por isso este não foi abençoado pelo poder do estige.
O romance acaba com a devolução do cadáver de Heitor, mas é citado que Aquiles ira encontrar a morte por uma flecha no calcanhar lançada por Paris e guiada pelo deus Apolo. O desfecho da guerra com a artimanha do cavalo de Troia é citado não na Illiada, mas sim na Odisseia, fato que ocorre após a morte de Aquiles.